Tapete Vermelho

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Tapete Vermelho

Em Tapete Vermelho quinzinho (Matheus Nachtergaele) mora em uma roça bem distante de qualquer cidade grande. Decidido a cumprir uma promessa, ele decide levar seu filho Neco (Vinícius Miranda), de 9 anos, para assistir a um filme estrelado por Mazzaropi em uma sala de cinema, assim como fez seu pai quando era garoto. Desejando cumprir a promessa a qualquer custo, Quinzinho, sua esposa Zulmira (Gorete Milagres), Neco e o burro Policarpo viajam pelas cidades em busca de um cinema que possa exibir o filme.

  • Gênero: Nacional
  • Filme: Dublado
  • Tempo: 100 min.
  • Lançamento: 2006
  1. Lucas carvalho

    Adm coloca ai Main kampf (Minha luta) filme do Hitler
    to querendo muito assisti-lo
    Abraços!

  2. Francisco Máximo

    admin se você tiver esse filme (o conde de monte cristo) e postar ele, serei muito grato.

  3. PH

    Nossa o filme e muito ingraçado o modo deles comverçar e muito ..comedia ..e mostra a cultura brasileira ..
    e o comediante MAZAROPE..
    quem gosta desse ator ..
    assistir ke e muito bom ..
    fora ke o principal e o Matheus Nachtergaele
    um cara muito proficional ..
    e muito ingraçado nois seus personagems

  4. MARI LUZ

    eu tenho esse filme e ja vi ele montes de vezes,é de rir demais .uma comedia muito porreira.

  5. bebeinho

    um filme simples e gostoso de assistir. bela homenagem a mazzaropi um dos melhores atores de comedia que tivemos, o maior chanchadeiro de sua época. matheus nasthergali como sempre surpeendente. diversao garantida. bom filme a todos.

  6. Carlos Dantas

    Um retrato de um Brasil que existe na imaginação de muita gente. Será que ingenuidade dos camponeses chega a tanto num Brasil de MST’s tomando terras que eles acham improdutivas? O filme não perde o valor por isso, mas soa estranho.
    A solidariedade entre as pessoas e o jeito devagar de levar a vida cheiram a certo exagero, mas acabam mostrando as discrepâncias surgidas nas mudanças ocasionadas pelo progresso. Dá para fazer um paralelo (distante, é claro) com o Cinema Paradiso, onde os cinemas vão à bancarrota. Aqui a ingênua família vaga, de cidade em cidade, atrás de um cinema para assistir uma película com Mazaroppi, e vêem as cidades modernas e excludentes. Na viagem, porém, assistem apresentações de catira e moda de viola, dando um atrativo a mais ao filme, que acaba sendo uma janela para a real vida do interior que é tão distante dos cidadãos urbanos, maioria da população brasileira.
    Entre ficção e realidade o filme mostra que apesar de ignorante o protagonista é fiel a seus ideais e pouco se importa em fazer o que ache necessário para conseguir seus objetivos. No mínimo é uma lição de vida, apesar de difícil imitação.
    Não é um filme engraçado, chegando mais perto do drama, mas dá para dar risadas em uma ou outra cena. Quem acha engraçado ver o outro viver situações ridículas talvez consiga achar mais graça ainda. Mas é uma questão de saber (ou não) ver a outra pessoa como cidadão também, com direitos e deveres iguais a todo mundo, não importando onde more, o que faça da vida, e quanto saiba.
    Destaque que não pode deixar de ser notado é a atuação de Mateus Nachtergaele. Impecável.

  7. SERGINHO

    FILME MUITO BOM MESMO MAZZAROPI DOS TEMPOS MODERNO ADOREI

  8. ELI

    filmes pra la de bom…,

  9. Ana

    Irado o filme muito bom,engraçado pra caralho!!
    muito bom mesmo.

  10. Larissa

    Vaale a pena ver… muito engraçado rs

  11. Tico

    Muito bom espressa a cultura de nosso nação e o que esta acabando na maioria de nos não se v tanto amor e dedicação pela familha.

  12. star

    Gostei demais, recomendo a todos que curte comedia bjs!!!!

  13. jolie234

    Matheus Nachtergaele sempre otimo ………… a alegria de pobre e ir no armazem e encher o saco kkkkkkkkkkkkkk

  14. chocolate b

    ótima atuacão de matheus nacthergaele…
    pura arte naciomal o filme…
    pra qm se identifica com a cultura.. vale muito a pena ver esse filme
    vlw…

  15. Ricardo Novais

    Carlos Dantas,

    Talvez esta “dissonância da realidade do povo jeca” que insinuas no filme seja proposital, uma espécie de licença poética para apresentar, cruamente, o antagonismo brasileiro – uma parte dele, é verdade; pois que há tantos povos diferentes dentro de um ‘povo único’…

    Nitidamente nota-se influências de Miguel de Cervantes e Lima Barreto na obra – aliás, não creio que o burrinho chame-se Policarpo à toa.

    Como mero espectador, gostei bastante do filme; criativo, em muitos momentos reflexivo, e, também, em outros tantos momentos divertido e tocante.

  16. João

    esse ator Mateus Nachtegaele(não sei como se escreve) tem uma atuação que vale um Oscar!
    Recomendado!

  17. Fabricio Lima

    Gostei…achei LEGAL. Como frisou o Carlos Dantas, o filme está mais pra DRAMA…do que para Comédia. Gorete mostrou que também é uma atriz de cinema e o Matheus Natchengaerle Como sempre deu um SHOW de interpretação. Parabéns também ao Roteiristas e ao Diretor pela ideía de resgatar a memória de um dos maiores comediantes e atores que nós já tivemos: Amacio Mazzaroppi.

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